Domingo, Junho 22, 2008

Pássaro, meu pássaro. (by Luis Fernando O. Caldeira)

Pássaro, meu pássaro. (by Luis Fernando O. Caldeira)

Coração que você já fez feliz
Bate na incerteza se ainda irei te ver
Seguindo o vento, você decide que quer ir
Mas me deixa em lágrimas e não pôde perceber

Tuas asas que são tão leves quanto o ar
Te fazem ir para muito longe
Além do que meus olhos podem enxergar
E aqui, na angustia, o que posso fazer é não esquecer.

Mas nunca quis te prender e se partir é tudo que queres
Tudo que posso fazer é conceber
Embora meu coração queira, como essa decisão, ceder...

J
urei não chorar e, então, sofrerei no silencio.
E espero que um dia possa voltar
Apenas para me dar a alegria de mais uma vez poder te olhar.

Quarta-feira, Abril 30, 2008

O pé de ipê (by Luis Fernando O. Caldeira)

O pé de ipê (by Luis Fernando O. Caldeira)

É engraçado como, às vezes, nos deixamos ser levados por nossos problemas e começamos a ter atitudes e pensamentos egoístas. Começamos a menosprezar as pessoas ao nosso redor e começamos a focar a nossa mente apenas em nossos problemas, ignorando as pessoas e o que elas têm a dizer. É incrível a nossa capacidade de tornar nossos problemas maiores que as pessoas que amamos. Pensando nisso, por causa do meu próprio comportamento, que tive esses dias, com relação à amigos e parentes é que lembrei de uma história que gostaria de escrever no blog. A história é a seguinte:

Uma árvore, ela é plantada em um terreno fértil e solo firme, para que não possa nunca acabar escapando. Um pé de ipê, certa vez, foi plantado em um terreno por uma moça que queria um ipê logo ali pra que ela tivesse sombra e pudesse olhar para o campo, sentada debaixo do ipê. Nesse campo havia bois e um pasto verde, um verde forte realçado e, logo atrás desse campo, havia pequenas montanhas repletas de árvores, tão belas quanto o ipê que ali crescera.

O ipê, desde pequeno, era regado e cultivado por uma moça que tinha o maior carinho pelo ipê. Ela sempre dizia que ali ele cresceria forte e tranqüilo porque suas raízes seriam fortificadas pelo adubo que ela mesma fazia. E ela sempre se dava ao trabalho de proteger o pé de ipê com proteções de madeira para que nada quebrasse seus galhos e estava sempre matando os bichos que nasciam no ipê.

Mas sem que ela notasse do lado desse ipê começara a nascer uma macieira. Ela não deu muita atenção para a macieira e pensava consigo mesma que algum dia aquela macieira iria quebrar-se ou ser arrasada por pestes. E, de fato, aconteceu quase tudo que ela havia imaginado. Bolas de crianças quebraram vários galhos da macieira, pestes invadiram suas folhas. Mas, para a surpresa dela, as duas árvores conseguiram crescer e ficaram enormes.

Um dia essa moça desapareceu. Ninguém nunca soube a razão. Dizem que ela casou-se e foi morar em outro país. Outros dizem que ela apenas morreu. Mas o que realmente importava naquele lugar eram as árvores porque, um dia, houve uma invasão de uma peste nas plantas que fez muito agricultor do lugar perder arrobas de plantações e várias plantas morreram. E essa peste atacou as duas árvores, claro. Mas, pelo incrível que pareça, a macieira não foi tão afetada quanto o pé de ipê que crescera tão protegido. O ipê, que tinha lindos galhos repletos e flores amarelas, logo estava nu e vazio. Com marcas estranhas por todo o tronco, galhos e raízes.

Mas, passado o tempo, o pé de ipê conseguiu brotar algumas flores e já estava se regenerando. Sua beleza não era mais a mesma, mas ainda sim estava conseguindo sobreviver. Mas, como nenhuma desgraça vem sozinha, logo veio uma tempestade cheia de ventos fortes e furacões. Essa tempestade arrasou os galhos que já não tinham mais tantas flores e que agora já se quebravam com a força do vento e dos furacões. O pé de ipê aos poucos foi sendo destruído. E essa tempestade não durou apenas um dia, durou vários outros.

A macieira que parecia já ter sofrido tanto pelo descaso da moça, hoje, parecia estar sendo recompensada. Apenas algumas folhas se foram e logo já estava se recuperando. O pé de ipê, com tanta tempestade não agüentou e caiu com todas as suas raízes no chão.

Se perguntando o porquê disso tudo o ipê pôde ouvir a voz da macieira dizendo:

- Não chore. Caro pé de ipê. Você teve o maior carinho e o maior cuidado que uma pessoa poderia ter dado. Você foi cultivado e alimentado por uma moça tão bondosa e generosa que não via a ingenuidade em seus atos. A tentativa desesperada da moça de querer te proteger das ações do mundo te fez ter raízes fracas e os venenos contra pestes que ela jogava em você te fez ser fraca contra insetos o que te fez perder muita de sua força. Eu fui criada pelo mundo e tive que encarar com força, desde pequena, as tribulações do mundo e, assim, fui fortificando minhas raízes e criando defesas contra insetos. Em primeiro momento você chegou a ser mais privilegiada que eu, mas não foi preparada para o mundo. Eu sim!

Então o pé de ipê, em prantos perguntou para o pé de macieira:

- E agora? Tudo acabou para mim? Morrerei aqui? Caída em meio ao nada?

A macieira responde confiante no que diz:

- Não turbe seu coraçãozinho, grande ipê, a morte não é o fim, mas é o começo de um novo ciclo. Seu velho corpo morrerá e servirá pra que novas criaturas nasçam, suas sementes que se perderam em meio à tempestade logo se tornarão novos ipês e depois disso você poderá recomeçar sua vida, como um belo ipê que é...

Passados os anos, aconteceu exatamente o que a macieira disse, o velho tronco do ipê se transformou em outras árvores e inclusive em um outro ipê, que ali cresceu, utilizando da força do velho ipê pra nascer e se fortalecer. Esse novo ipê possuía a velha alma do antigo ipê, a velha alma que se renovava e ressurgia com vontade de crescer. Esse novo ipê era o velho ipê em um novo corpo pronto pra encarar novos desafios.

E assim é a vida, devemos nos preparar pra todos os desafios. Devemos encarar nossos problemas face a face porque será com eles que iremos crescer e tornaremos pessoas sábias e fortes de coração em um futuro. E, só assim, que poderemos construir grandes coisas no mundo e imortalizar nossos nomes, nossas personalidades.

Se você já se vê perdido em meio a tantos problemas e acredita que não teve tanta estrutura pra superá-los. Não se preocupe e saiba que se, por isso, você cair então você poderá levantar e com base em esses seus traumas se fortalecer e tornar-se uma nova pessoa pronta pra encarar novos desafios. Não tenha raiva de seus problemas, aprenda a aprender com eles e, o mais importante de TUDO, NUNCA se deixar abater pelos problemas, as coisas sempre dão certo, uma solução sempre aparece. Basta você não se preocupar e focar-se em coisas boas pra resolver seus problemas.

E lembre-se de nunca transformar seus problemas em coisas mais significantes que as pessoas queridas que te rodeiam.


Terça-feira, Abril 29, 2008

Sobre a vida! (by Luis Fernando O. Caldeira)


Eu adoro escrever minhas idéias mirabolantes sobre a vida, inclusive eu tenho uma, mas está sendo meio difícil pra eu coloca-la em palavras. Não sei bem o porquê, creio que seja o sono, mas, mesmo assim, tentarei escrever sobre o que eu acho da vida, do destino e sobre minha nova concepção sobre o que realmente é amar.

Durante nossa vida aprendemos várias coisas e nessa evolução, quando olhamos pra trás, acabamos vendo como já fomos estúpidos, ingênuos, inseguros, cegos e – vou dizer de uma forma popular - burros. Eu andei observando minha vida hoje e minhas atitudes no passado e posso dizer que fui, de fato, muito estúpido e ingênuo em relação à vida e ao mundo. Hoje descobri coisas que antes eu nem sequer havia experimentado de fato e já tinha opiniões errôneas, preconceituosas e negativas em relação a essas coisas. Não que hoje eu seja muito maduro e que já tenha uma opinião melhor sobre a vida (ou uma opinião absoluta), mas hoje sou bem otimista em relação a vida e sinto que agora sim estou evoluindo.

Eu sempre dizia que o mundo é frio, calculista e desumano. Hoje, tenho uma nova concepção disso. Acho que o mundo é conosco como somos com ele. Imagine o mundo como um espelho e não veja energias más ou boas, esqueçam isso, se você acredita nisso, imagine por um momento que essas coisas não existam. Digo isso porque realmente é difícil você definir o que seria bom ou ruim. Não acho que exista mesmo uma definição geral para o que é bom ou ruim, cada um precisa ou deseja coisas diferentes. O que pra mim pode ser bom pra outra pessoa pode ser horrível. Tudo é relativo nesse mundo. Então devemos imaginar que existe uma força única no mundo que nos permite decidirmos o que queremos pra nós e o que iremos pensar ou até mesmo sentir e essa força nos dará exatamente o que nossas energias mandarem.

Então acho que depois que comecei a mudar minha forma de pensar e resolvi deixar que as coisas apenas acontecessem com a fé de que todas elas seriam bacanas, minha vida começou a tomar um rumo totalmente diferente.

Antes eu achava que eu deveria decidir meu destino, eu que deveria fazer de tudo pra conquistar tudo que eu quisesse. Achava que o mundo retribuiria conforme minha vontade de adquirir coisas. Mas eu ainda cometia o grande erro de pensar que o mundo ainda sim iria me mandar coisas más pra que eu lutasse contra elas pra conquistar o que eu queria. Entende? Eu pensava que eu queria lutar contra as adversidades do mundo pra que ele me desse algo em troca, até aí parece legal na primeira vista, só que eu não me ligava que, ao pensar nisso, eu estava pedindo para que o mundo me mandasse essas coisas pra lutar e quase sempre eram coisas ruins de superar, coisas más. Então um dia eu resolvi deixar as coisas na mão do Grande Mestre e deixei que Ele decidisse pra mim o que seria bom e tudo isso convicto de que Ele optaria o melhor pra mim, foi então aí que as coisas começaram a mudar significativamente. Conclui que é importante você acreditar que tudo são apenas pequenas adversidades e que você sempre irá superá-las por pior que pareçam e acreditar mesmo nisso poderá tornar sua vida a melhor possível.

Outra coisa que comecei a descobrir é que você já pode ter suas coisas guardadas e prontas pra você nesse mundo e aceitar o mundo e aceitar você mesmo é o que farão com que essas coisas aconteçam. Se você decidir que você vai apenas viver a vida e deixar as coisas fluírem crente e convicto de que tudo dará certo, as coisas vão mesmo começar a se mover de uma forma magnífica e, um dia, quando você olhar pra trás você verá que as coisas realmente aconteceram como deviam ter acontecido e você verá que o que era seu sempre esteve guardado. Foi preciso, apenas, que você descobrisse isso. Então o que você precisa fazer é apenas relaxar e procurar sempre abrir a mente e os olhos em busca do que já é seu e você ainda não viu.

Mas a mudança mais fantástica na minha vida foi que descobri a verdadeira essência do amor. Não sou mais aquele cara cético que descria o amor como se ele fosse apenas manifestação hormonal no cérebro. O amor é uma dádiva de Deus. Foi com o Amor que Deus nos abençoou e é apenas com amor que podemos chegar até Ele. Muitas vezes eu lia isso que irei escrever, mas nunca consegui sentir muita credibilidade na frase até experimentar a fusão das coisas: “com amor e fé tudo é possível”. Se você pode amar e tem fé absoluta no Divino, as coisas caminham pra você de uma forma que mais ninguém poderá te deter. Você, apenas, precisa acreditar na força do mundo e na força da fé.

Sei que esse texto parece um pouco com um depoimento daqueles crentes de igreja que dizem “depois que aceitei Jesus tudo mudou”. Mas tudo bem porque, como eles, eu descobri que a fé realmente pode ajudar. Só que ao contrário deles, achei um outro caminho que acho que realmente é o que funciona. Eles dizem que se você tiver fé em Jesus ele te dará tudo que você precisar. Eu digo que se você tiver apenas fé, não precisa ser em uma entidade, mas apenas fé de que as coisas realmente darão certo, então todas as coisas darão certo porque eu acredito, sim, que existe um ser superior que cuida de nós, uma energia vital e suprema que é dela que necessitamos pra viver. Não posso nem me dar ao luxo de querer dar nomes a essa força, a maioria da humanidade, na história, errou várias vezes ao tentar definir essa força, dando diversos nomes e declarando diversas guerras sentenciando inocentes à morte. Mas eu acho que é essa força que cuida de nós e ela reage conforme nossa mente age. Se decidirmos que tudo está bem e ficará bem ela reagirá exatamente como pensarmos. Só não devemos, nunca, ficar acreditando que uma hora o mundo nos mandará algo ruim pra termos que lutar contra porque ele vai acabar atendendo nossos pedidos e será aí que as coisas começarão a voltar a dar errado.

Vamos tentar pensar de uma forma mais positiva em relação à vida e vamos ver no que essa força maior pode nos oferecer. Só não devemos esquecer de viver livres. Porque a vida foi feita pra ser vivida e se algum religioso estiver lendo isso em busca de uma resposta pra agradar a Deus, saiba que ele só quer que você apenas viva! Sempre! Disso eu tenho certeza categórica.

Segunda-feira, Abril 28, 2008

Um pedido por amor.

Esse é um texto que gostaria que desconsiderassem aquela história de "eu lírico". Nesse, minhas palavras são sinceras, vindas do coração. Obrigado.

Um pedido por amor.

É tão fácil olhar lá pra fora e ver as flores.
Olhar para as folhas caindo, do outono.
Parece que posso ouvir a música da natureza que cresce.

Eu sei que amanhã, quando eu acordar,
Poderá vir o inverno.
E sei que o frio lá fora poderá me congelar.

Sempre soube que quem dita as regras,
Quem opera sobre tudo, quem guarda o mundo, Tu.
Tem muito mais preocupações além do meu frio.

Mas sinto, além de tudo,
Que por mim Você olha.
Porque pra alguém eu ainda sou o mundo.

Eu sinto que, por mais frio que faça,
Não irei congelar.
Porque, por ela, confiei a Ti minha vida.
Pra que o Senhor, com muito carinho de mim, possa cuidar.

Mas ainda temo que em algum inverno,
Eu acabe por congelar.
E se, dessa forma fria, eu morrer?
Posso, o coração daquela que sinceramente eu amo, em Ti confiar?

Não peço que nos una pra sempre,
Mas peço que o “pra sempre”, dure o tempo que nossa união durar.
Porque, sem ela, o “pra sempre”, nunca pra sempre será.



Dedicado à pessoa mais especial que apareceu na minha vida: Mariana (minha amiga, companheira, meu amor).




Sexta-feira, Abril 18, 2008

Pense numa palavra e relacione outras a ela...

A palavra é RUIM


Inferno
Diabo
Fogo
Calor
Morte
Cemitério
Gente falsa
Gente
Pensamento
Mente humana
Ódio humano
Humano
Macacos
Evolução
Regressão
Evolução incompleta
Revolução
Gente burra
Gente ignorante
Gente
Cachorro
Gato
Barulho
Pagode
Pagodeiro
Gente
Gente
Gente
Gente
Gente
Ahh.. gente!

Segunda-feira, Janeiro 28, 2008

As Três pedrinhas. (by Luis Fernando O. Caldeira)

Não se aborreça se você não entender. É pura metáfora e eu já tenho um texto explicativo sobre esse. Se alguém quiser é só pedir que eu posto. Abraços.


As Três pedrinhas. (by Luis Fernando O. Caldeira)



De repente, eu acordei e então vi que lá fora estava nevando. Não pude entender como, mas estava nevando. A neve era branquinha, eu podia toca-la. Era fria mas, parecia ser tão aconchegante. Eu estava vestido de pouca roupa, para o frio, mas mesmo assim pude deitar sobre o chão e experimentar aquela neve que parecia ser tão perfeita.
Enquanto eu fazia isso, notei que o Sol estava forte e era por isso que podia me vestir como quisesse. Pois então eu decidi que ali ficaria até passar uma rajada de vento que bagunçasse todas as folhas das árvores que eu havia empilhado ao meu lado, construindo um castelo, como eu sempre havia imaginado... Um castelo de folhas.

O Vento não veio, porém um senhor de chapéu e de barba, muito carismático apareceu e me ofereceu sua mão para que eu pudesse sair dali, pois eu não havia visto que a neve estava escondendo meus pés, me inibindo de caminhar. Esse senhor pareceu ser tão inteligente e confiável então pedi que guardasse com ele três pedrinhas que eu tinha em meus bolsos. E cada uma dessas pedrinhas havia sido alguém muito querido que me dera, uma foi uma pessoa da minha família, a outra foi um amigo, porém a terceira estava quebrada porque eu tinha batido com as outras duas pedrinhas sobre ela. Mas essa pedrinha era muito especial, pois ninguém havia me dado, eu tinha achado no chão após uma moça passar. Eu corri pra entregar a pedrinha a ela... mas... de repente... ela sumiu, como em um passe de mágica, fiquei pensando se ela não era fruto da minha imaginação, porém, uma coisa sei, ela era linda.

Mas, fiquei sem a resposta daquele senhor, que logo sumiu também, assim como aquela moça. Sentei sobre o chão e comecei a chama-lo em voz baixinha, para que ele me ouvisse, mas, às vezes parecia que eu podia ouvi-lo bem baixinho. Mas o som se misturava com o vento que tentava destruir meu castelo de folhas. Então sempre fiquei na dúvida se ele realmente existiu e se um dia ele voltaria com aquela moça que também se foi. Fico pensando se ele não sumiu porque viu que quebrei minhas pedrinhas e assim ficaste triste. E se as pedrinhas pertencesse a ele? Será que deixei-o triste? Espero que não, porém, espero que se ele tenha ficado triste, que volte e me diga, e responda aos meus pedidos de perdão. Apesar de que eu não sei se posso arrumar minhas pedrinhas e não sei se irei guarda-las como elas realmente merecem, a terceira pedrinha (a pedrinha da moça) ainda me machuca, às vezes, pois eu não sei se um dia voltarei a ve-la.

Só que, antes de escurecer, acordei novamente e a neve, meu castelinho, o senhor da voz “escondida”, a moça e as pedras haviam ido embora. Mas... eu ainda posso ver tudo isso, as vezes, mas não sei se são reais. Apesar de um dia terem sido.

Mas a única coisa que sei é que minha realidade atual não se compara com essa realidade, que foi quando eu dormi (ou acordei, não sei mais) há muito tempo, enquanto eu ainda podia sorrir e cantar, como uma criança (talvez fosse uma mesmo).

Terça-feira, Dezembro 04, 2007

O que você nunca saberá... (by Luis Fernando O Caldeira)

Nesse aqui, não esqueçam que existe o tal do "eu lírico", ok? Obrigado! Escrevi em um momento que eu estava meio chateadinho mas não há relações nenhuma com qualquer pessoa.

O que você nunca saberá... é que, de ti, eu sempre vou gostar.
(by Luis Fernando O. Caldeira)


O que você nunca soube
O que eu nunca quis contar
É que penso em ti a noite
E pensarei toda noite que passar.

O que você não sabe
É que sempre houve alguém do outro lado a te esperar
E que esse alguém nunca recebeu um telefonema
E talvez esperança de um, esse alguém não deva ter mais

O que você nunca vai saber
É o quanto esse alguém já chorou por ti
O quanto esse alguém já pensou de tudo fugir
Por conta de tanto em seu coração que já não cabe.

Mas uma coisa que eu nunca soube,
Foi por você lutar.
Uma coisa que não sei,
É como parar de te olhar.
E uma coisa que jamais saberei,
É deixar de te gostar.

Talvez, se tu soubesses, nada mudaria.
Pois, então, nada deve saber
Pois se eu contasse eu sei que me magoaria
Mas se um dia tiver que te contar
Contarei que pra sempre irei te amar.